Puff...


 

Se… Se… Se… Como a minha professora de História diz, a História não pode ser feitas de ‘Se’, e tal como o amor não pode ser.

 

Ultimamente, não têm existido ‘Se’ na minha vida, mas sim certezas. Certezas de que gosto de ti, é um facto. Certeza de que aquilo que passei contigo foi bom, é outro facto. Que gostava de voltar a reviver tudo, também. Mas também certezas de que és um bocadinho parvinho. Sim, é verdade.

 

 

Tal como a História não se cria com 'Se', a nossa 'História' não é excepção. E na verdade, nem com 'Se', nem com nada.

Simplesmente há coisas que não têm que resultar, por variadíssimas razões, e é o nosso caso, don’t worry, eu compreendo. (Ou tento compreender.)

 

  

Desculpa se fui demasiado ciúmenta, se era muito chata e estava sempre a tentar falar contigo, se te mandava muitas indirectas, era uma maneira de demonstrar que gostava de ti, que me importava. E quero continuar a importar-me. Não como antes, mas como amiga. Não quero me afastar de ti, por nada. A não ser que comece a ser demasiado dificil. 

 

 

 

Podia passar dias amuada, a lamentar-me, a chorar, aquelas cenas bué depréé, mas de que me serviria isso? Nadinha! Não te vou voltar a ter de volta, nem hoje, e se calhar, nunca... 

Portanto, a melhor maneira de ultrapassar, como sempre, é continuar a viver a minha vida. Não, como se nada se tivesse passado, mas apenas não pensando tanto em ti.


Sim, eu sei que sou capaz disso.

Sinto-me: Assim mesmo..
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Publicado por livingdreams às 20:34 | Link do post | Comentar